
Desde a noite dessa segunda-feira (12), com certeza, existe uma lacuna no mundo da música. Não são elogios tardios, pois há muito tempo se reconhece que Paulo Moura era um dos maiores saxofonistas e clarinetistas do mundo.
Paulista de São José do Rio Preto, Paulo nasceu no dia 15 de julho de 1932, numa família de instrumentistas. Aos 9 anos, ele pediu para estudar música e começou a tocar clarineta. Aos 14, ele entrou para o conjunto do pai.
Paulo Moura gravou o primeiro dos 40 discos em 1956. Ele chegou a integrar a orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e tocou com grandes nomes da MPB, como Elis Regina e Milton Nascimento e Maysa.
Em 1962, participou do histórico show de Bossa Nova no Carnegie Hall, ao lado de Tom Jobim e Sérgio Mendes. Tocou com Elis Regina, Fagner, Milton Nascimento, Ella Fitzgerald e Nat King Cole, entre muitos outros.
Paulo Moura foi reconhecido no ano 2000 com o Grammy – o maior prêmio da música mundial, com seu trabalho “Pixinguinha: Paulo Moura e os Batutas”.
Sua obra conta com 40 discos. Em Brasília, o clarinetista fez algumas apresentações no Clube do Choro, sendo a última no ano passado, dentro do projeto Doryval para sempre Caymmi. O último CD de Moura, AfroBossaNova, também saiu em 2009. O música completaria 78 anos nesta quinta-feira (15).
1 comentários:
nossa, que bonito. sou muito fã do Paulo Moura também!
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